quarta-feira, 27 de junho de 2012

Azedar

     Um pouco de raiva até que não me fará mal, as vezes é preciso deixar o sorriso de lado. As pessoas não estão acostumadas a lidar com quem é inteiro por si só. O mundo não se habitua com quem não se abala fácil com as tempestades da vida, com quem independente da circunstância, permanece sorrindo. 
     Há uma certa dose de rancor, raiva e tristeza das quais as pessoas sentem necessidade. Uma certa dose de seriedade formalista, a qual meus queridos, eu não tenho a mínima vocação. Eu sou a minha essência... eu amo sorrir, eu amo ultrapassar os meus limites e saber que sou capaz de ser feliz sem essa amargura que consome o mundo. - Eu sou totalmente a aversão de uma sociedade frívola, calculista e interesseira. 
    Muitos oferecem, mas poucos tem o que entregar. Mas se eles tem um jogo, vamos jogar... como já dito:
       'Um pouco de raiva não me fará mal.' Afinal, há frutos que apodrecem por excesso de doçura!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Acertar nos Erros




 E chegará o momento em que se perceberá que o mundo é errado, e que esse erro é a  forma mais perfeita de se viver a vida. Não existe o certo, porque o certo é utopia... O amor não é certo, logo amar alguém deve ser um seqüencia de erros corretos.  Enfim, confusão a parte... Tente entender:


 Quando se ama alguém, tem-se a idéia da cara metade. Ora pois, qual criatura precisa de uma metade se não aquela imperfeita e incompleta? Sim, o amor é imperfeito. Sua imperfeição leva a cada miligrama de felicidade vivenciada.

 E não se faz pouco tempo, em que se lê o quanto é maldosa a saudade, e o quanto atormenta o coração dos apaixonados. Mas que fique claro, sem a saudade, o reencontro seria gélido e frívolo. Não haveria calor, entrega e paixão. Os beijos seriam cada vez mais tristes e curtos... 


Louvável seja a imperfeição da saudade passageira.
 Louvável seja o amor, em toda suas falhas!

Que seus erros sejam os meu acertos, de forma que minha lição seja o seu aprendizado.